Mais barato que sistemas tradicionais.
Tecnologia escalável, sem necessidade de materiais impressos, com personalização para o aluno e para a escola.
Educação básica, dos anos iniciais ao ensino médio, por meio de escolas parceiras.
Problema
São 200 anos entre elas. E pouco mudou.
Um modelo da era industrial
A escola que ainda conhecemos nasceu com a lógica da fábrica: turmas em fileiras, horários marcados pelo sinal, conteúdo dividido em matérias. O objetivo era formar pessoas disciplinadas e produtivas.
Funcionou para aquele mundo. O de hoje pede pensamento crítico, criatividade e autonomia.
Distante.
Sem personalização.
Impessoal.
O modelo atual de ensino básico precisa ser revisto. (Há um bom tempo.)
Modelo
Envolve os alunos com problemas do mundo real e pesquisa científica. Desenvolve habilidades práticas e pensamento crítico por meio do aprendizado interdisciplinar.
Companheiro de IA que personaliza o aprendizado ao traçar o perfil das necessidades de cada aluno, com interação contínua e estratégias adaptativas.
Avaliação contínua que acompanha o progresso do aluno com feedback regular e detalhado, e gera relatórios para educadores e famílias acompanharem o desenvolvimento.
Um só sistema: cada parte alimenta a outra.
Alunos mais humanos e preparados para a vida real.
Octo vem de oito, como os braços do polvo. A metodologia não divide o ensino em matérias: trabalha com oito categorias de habilidades, e cada categoria reúne várias habilidades. O currículo da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), do MEC, continua inteiro. O que muda é o caminho até ele.
Escolha uma categoria no diagrama.
Juntas, as oito categorias formam o repertório com que o aluno resolve problemas dentro e fora da escola, com autonomia e pensamento crítico. Uma mesma aula aciona várias delas ao mesmo tempo.
Quem conduz essa formação é o professor. No papel de mentor, ele propõe os problemas, orienta a investigação e guia o desenvolvimento do pensamento crítico de cada aluno.
Numa escola organizada por matérias, cada tema fica restrito a uma disciplina. No Octo, o mesmo conteúdo do currículo é trabalhado por várias habilidades ao mesmo tempo. Escolha um tema e veja as conexões.
O tema fica isolado em uma disciplina.
Hank é o companheiro de IA de cada aluno. Ele não entrega respostas prontas, não faz resumos e não pula etapas: provoca a curiosidade, propõe novas perguntas e oferece ferramentas para o aluno investigar e criar.
Pergunta do alunoPor que a Revolução Francesa aconteceu?
“A Revolução Francesa aconteceu por causa da crise econômica, da desigualdade entre os grupos sociais e da difusão das ideias iluministas.”
O assunto termina aqui.
Cada pergunta abre um caminho de investigação.
Os alunos aprendem a usar a inteligência artificial com critério, dentro do próprio sistema de ensino.
O Compass acompanha cada aluno ao longo do ano, sem depender de uma nota de prova. Mostra onde ele já evoluiu, em que caminho pode crescer mais e que habilidades pode conectar. A avaliação serve para orientar, não para punir.
Uma nota mostra onde o aluno parou.
O Compass mostra para onde ele pode ir. Perfil ilustrativo.
Professores e famílias acompanham tudo em relatórios claros, ao longo do ano.
Por quê
Tecnologia escalável, sem necessidade de materiais impressos, com personalização para o aluno e para a escola.
Sistema que pode ser replicado em todo o Brasil através do modelo de escolas parceiras.
Alunos mais saudáveis e preparados para o mundo.
Muitas pessoas dizem que um polvo é como um alienígena. Mas o mais estranho é que, ao nos aproximarmos deles, percebemos que somos muito parecidos em vários aspectos.
O polvo é curioso e aprende explorando.
A maior parte dos seus neurônios fica nos braços: ele pensa com o corpo inteiro.
É assim que queremos que o aluno aprenda: explorando.
Escolas
A escola parceira recebe o modelo completo, sem material impresso:
A metodologia, com projetos sobre problemas reais e pesquisa científica.
Um companheiro de IA para cada aluno.
Avaliação contínua, para professores e famílias acompanharem o aprendizado.